
Na nossa primeira reunião ordinária, depois das férias, buscamos fazer um feed-back do semestre passado e concluímos que menos de 50% dos membros da equipe de enfermagem usufruem do grupo (visitas na sala, acesso ao espaço virtual e bibliografias, assim como a participação nas reuniões ordinárias).
Inicialmente apresentamos um artigo que foi publicado na Nursing de junho deste ano, onde os enfermeiros de uma UTI e uma Semi-intensiva de um hospital público de Mato-Grosso, expõem as suas dificuldades na implantação e implementação da SAE.
Inicialmente apresentamos um artigo que foi publicado na Nursing de junho deste ano, onde os enfermeiros de uma UTI e uma Semi-intensiva de um hospital público de Mato-Grosso, expõem as suas dificuldades na implantação e implementação da SAE.
Escolhemos essa abordagem para traçar um perfil comparativo entre uma instituição sem condição alguma para a implantação da SAE, e outra que possui quase tudo, que é o nosso caso.
Elencamos tudo o que possuímos o que resultou na conclusão de que: os itens mais difíceis nós já conseguimos!
Então?
Fizemos uma pesquisa de opinião sobre as sugestões dos participantes quanto ao funcionamento do grupo, em diversos aspectos, o que o conselho diretor pretende acatar.
Esse conselho ficou de elaborar um trabalho científico apontando os aspectos positivos de um hospital que tem um GIDE e a SAE implantada, pois percebemos que em grande parcela de publicações, as abordagens consistem nas dificuldades em se implantar e implementar a SAE dentro de uma instituição.
Na semana que vem, entraremos com a proposta de um novo instrumento de coleta de dados de enfermeagem. É que o documento em vigência não passou por reformulação há anos.
O Conselho Diretor empenhará esforços para fazer um novo impresso que, de acordo com a realidade da instituição, precisa ser em uma folha apenas e geral para a maior parte das clínicas.
Aguardamos por vocês!